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Saine Science

A gente mede a infecção, e mostra o que mediu

Afirmar que um complexo sem porta de urgência tem menos risco infeccioso é fácil. O difícil é medir, auditar e mostrar. Os relatórios do nosso serviço de controle de infecção ficam abertos aqui, período por período, para quem quiser conferir antes de marcar uma cirurgia.

0,18%

taxa média de infecção relacionada à assistência, de janeiro a junho de 2026

Equivale a 1,8 infecção a cada 1.000 pacientes-dia.

Ver o relatório assinado

Mês a mês

Taxa de infecção relacionada à assistência (IRAS) em 2026. A linha marca a média do semestre.

jan
0fev
0mar
abr
0,31%mai
jun
0jul
0*ago
Fonte: relatório de vigilância de infecção de sítio cirúrgico da CCIH do Saine, janeiro a agosto de 2026.
Ver os números em tabela
MêsTaxa IRASDensidade (por 1.000 pacientes-dia)CulturasInfecções confirmadas
Janeiro0,20%2,0510
Fevereiro0,00%0,0000
Março0,00%0,0010
Abril0,28%2,7831
Maio0,31%3,0961
Junho0,29%2,8811
Julho0,00%0,0000
Agosto0,00%*0,00*11
Lavabo cirúrgico do Saine, com as pias de escovação lado a lado na entrada do centro cirúrgico

Como medimos

Depois da cirurgia, o paciente continua sendo acompanhado. Quando há suspeita de infecção no local operado, coletamos material para cultura, e o resultado é classificado pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) em uma de três categorias.

Negativo
A cultura não teve crescimento de microrganismos.
Contaminação
Houve crescimento, mas não compatível com uma infecção ativa.
Infecção confirmada
Infecção do sítio cirúrgico, confirmada pela cultura ou por critério clínico.

De janeiro a agosto foram 13 culturas: 6 negativas, 3 contaminações e 4 infecções confirmadas. A taxa do gráfico relaciona as infecções com o total de pacientes-dia do período, a soma dos dias de internação de todos os pacientes. Por isso ela fica abaixo de 1%.

O que fizemos com o que encontramos

Medir só vale se a medida muda alguma coisa. Estas são as decisões que o relatório registrou.

  • Antibiótico antes da cirurgia

    Em abril, uma bactéria resistente (MRSA) apareceu em um caso. O protocolo de antibiótico preventivo usado nas cirurgias foi revisado.

  • Busca ativa

    Dois casos chegaram à CCIH pelo aviso do cirurgião, e não pela vigilância. A equipe passa a procurar os casos, em vez de esperar a notificação.

  • Cultura em toda suspeita

    A coleta de cultura fica padronizada para todo caso suspeito, mesmo quando o diagnóstico é principalmente clínico.

O relatório completo

O documento original, com a metodologia, a distribuição mensal e cada caso confirmado, assinado digitalmente pelas responsáveis.

Os próximos relatórios entram aqui, período por período.

Janeiro a agosto de 2026

Relatório de vigilância de infecção de sítio cirúrgico

Elaborado por
Lenir Nogueira Preciliano Marques, responsável pelo Serviço de Controle de Infecção (SCIH)
Revisado e aprovado por
Dra. Talita de Menezes Pereira, infectologista, presidente da CCIH
Assinado digitalmente
em 5 de outubro de 2026, com certificado ICP-Brasil e gov.br